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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Direito individual superior ao direito coletivo

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A ponte Salvador-Itaparica e os trilhos



Com aproximadamente 12 quilômetros de extensão, seis faixas de tráfego, duas pistas de acostamento e um trecho móvel, com largura de 160 metros. Este foi o projeto básico selecionado para a ponte Salvador-Itaparica, por meio do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), realizado pelo Governo da Bahia. O resultado do PMI, que será publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (30), foi apresentado na tarde desta quinta (29), na Fundação Luís Eduardo Magalhães, em evento com a presença do governador Jaques Wagner, secretários de Estado, entre outras autoridades. Veja mais. 


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O Elevador Lacerda quando não está parado funciona mal


Um homem de 63 anos foi imprensado pelas portas de uma cabine do Elevador Lacerda, na manhã desta quarta-feira (28), e teve que ser encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE) após passar mal. De acordo com pessoas que estavam presentes no momento, o sensor que detecta movimentos não funcionou, o que fez com que as portas não retrocedessem. O idoso teve que ser puxado por populares. Após o susto, o homem apresentou um mal-estar e esperou por cerca de 20 minutos pelo atendimento do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). A Secretaria Estadual de Saúde, contatada pelo Bahia Notícias, divulgou que a vítima chegou a prestar exames e foi liberada sem nenhum tipo de ferimento.  


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pau-de-arara para estudantes em Teolândia

Caminhão para transportar estudantes no município de Teolândia (Foto: Elton Gonçalves/Rádio Patrulha 24h/ A Tarde)

Esta é a forma como os administradores públicos estão conduzindo a educação neste pobre país. 
"O adolescente Edmilson de Jesus Santos, de 15 anos, continua internado na UTI do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus na manhã desta quinta-feira (29). Edmilson é um dos 30 estudantes da Escola Municipal José Libanio, no distrito de Alto Alegre, município de Teolândia, a 281 km de Salvador, que sofreram um acidente na tarde de ontem, quando o caminhão  em que eram transportados tombou em um campo de areia.
De acordo com a assistente social do hospital, Lucinda Lucena, ainda não há informações sobre o quadro clínico do paciente, que teve fraturas na bacia, além de apresentar uma hemorragia e um problema no baço. Ele passou por uma cirurgia na noite de ontem.
Segundo Lucena, o pai do adolescente, de prenome Calixto, informou que os estudantes eram levados para uma aula prática no distrito de Porto Seco, também em Teolândia, quando o caminhão em que estavam, um Ford F-4000 do tipo “pau-de-arara”, tombou em um campo utilizado para atividades esportivas.
O veículo, de placa JLW-7754, era conduzido por um senhor de prenome Reginaldo. As primeiras informações dão conta de que o motorista teria feito uma manobra brusca, o que causou o acidente. Além de Edmilson, os outros estudantes também ficaram feridos.
Quatro deles, segundo Calixto, tiveram  fraturas e foram levados para o hospital de Valença. Outros, com escoriações, foram socorridos por professores e levados para o Hospital Municipal Osvaldo José, em Teolândia.
Transporte Escolar  – Conforme publicado no portal de notícias da região Rádio Patrulha 24H, familiares dos estudantes responsabilizaram a prefeitura da cidade pelo acidente. Segundo eles, outras cidades utilizam micro-ônibus e vans para fazer o transporte escolar. No entanto, Teolândia ainda usa o caminhão “pau-de-arara”, que não oferece  segurança e é ilegal.
Os responsáveis pela Secretaria de Educação de Teolândia e pelo Hospital Municipal da cidade não foram encontrados pela reportagem de A TARDE para comentar o assunto." Fonte: A Tarde 

Nova Iorque, uma cidade que abraça as bicicletas

Nova Iorque, uma cidade que possui uma excelente sistema de Metrô, ônibus de qualidade e integrado com o Metrô, sistema de táxi com carros confortáveis, calçadas perfeitas para a caminhada, grande extensão de ciclovia e muito estímulo ao uso da bicicleta como meio de transporte. 






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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Vereador vai trabalhar ‘na paleta’ em respeito ao Dia Mundial Sem Carro



O vereador Gilmar Santiago (PT) resolveu aderir à campanha do Dia Mundial Sem Carro, nesta quinta-feira (22), e foi ao trabalho a pé (ele não sabe andar de bicicleta), desde o bairro de Luiz Anselmo, onde mora, até a Câmara, na Praça Municipal. Em cerca de duas horas em um sol atípico para o último dia de inverno em Salvador, Santiago, todo suado, admitiu que o “passeio” foi extenuante, mas considerou a "paleta" positiva. “Todas as iniciativas para reduzir a quantidade de carros nas ruas são fundamentais. Como não sei andar de bicicleta fiz a caminhada. Mas no próximo ano irei trabalhar de bike”, jurou o edil. Ironia do destino, apesar da incapacidade de pedalar sem rodinha, Gilmar Santiago é o responsável pela lei municipal que criou o Sistema Cicloviário de Salvador.

sábado, 17 de setembro de 2011

Prefeitura de um novo tempo

Administração: João Henrique Carneiro

Feirão do imposto

A lógica do Brasil funciona ao contrário quando se trata de arrecadação tributária. Havia uma queixa das indústrias montadoras aqui instaladas de que as vendas caíram e os pátios estávam cheios, prontamente o governo federal aumentou o imposto sobre os veículos importados fazed com que estes paguem 65% de imposto. O ecosporte da ford fabricado em Camaçari é vendido mais caro em Salvador do que em Santiago do Chile. No dia 17 de setembro, sábado, a Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje) promoverá o Feirão do Imposto, movimento anual e nacional originado por iniciativa de jovens empreendedores, que já conta com o apoio da sociedade brasileira e que acontecerá simultaneamente em diversas localidades do país. Até o momento, 20 estados e mais de 100 cidades confirmaram participação oficial e o objetivo do evento é conscientizar a população brasileira de que ela paga uma das mais altas cargas tributárias do mundo, bem como cobrar a correta aplicação destes recursos por parte do Governo. O lançamento oficial do Feirão acontecerá no dia 16, às 15h, por meio de vídeo-conferência que poderá ser acompanhada nas Federações das Indústrias de mais de 60 cidades do país, a partir da base de transmissão da Federação das Indústrias do Estado do Paraná. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a carga tributária em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu cinco pontos percentuais nos últimos 10 anos, passando de 30,03% no ano 2000, para 35,04% em 2010, valor recorde, o que representa ainda um aumento nominal de arrecadação de R$ 195,05 bilhões em relação a 2009 (17,80%). A arrecadação federal apresentou crescimento nominal de R$ 137,13 bilhões (18,05%), enquanto a arrecadação dos estados foi de R$ 50,77 bilhões (17,51%) e os tributos municipais cresceram 14,27%, em termos nominais (R$ 7,14 bilhões). A carga tributária per capita do período cresceu 17,45% (nominal). O sorteio que acontecerá dia 24/09/11 dará aos inscritos o direito de comprar um carro de modelo Gol, marca Volkswagen, com o desconto proporcional a sua carga tributária. Acessem www.ajebahia.com.br e se cadastrem no site www.carrosemimposto.com.br

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Manifestações contra as privatizações propostas pela PMS

A sociedade está em estado de choque com a intenção de privatizar o Elevador Lacerda, Planos Inclinados e Estações de ônibus, proposta pelo do pior prefeito que Salvador já teve: João Henrique Carneiro.


Diversas manifestações ocorrem no mundo virtual (internet), mas a ideia é uma manifestação no mundo real. Vejamos algumas publicações de hoje:



Gilmar Santiago condena privatização do Elevador Lacerda

O presidente da Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Gilmar Santiago (PT) condenou hoje (14) a intenção da prefeitura de transferir a gestão do Elevador Lacerda para um grupo empresarial.
“É inadmissível a prefeitura privatizar o Elevador Lacerda, um patrimônio público que serve, sobretudo, aos trabalhadores, estudantes e a população mais pobre da cidade. Logicamente os empresários vão administrar pela lógica do lucro, criando mais dificuldades para quem mais precisa”, afirmou.
Santiago destacou o caráter simbólico do Elevador Lacerda, um dos cartões postais da cidade, cujo funcionamento atingiu um “nível caótico graças à falta de prioridade da prefeitura quanto à manutenção daquele equipamento público. É o retrato do descalabro do governo João Henrique”, fulminou o vereador.
Ele disse também que ao invés de privatizar a gestão do Elevador, a prefeitura deveria cobrar dos empresários de ônibus os recursos que eles deixaram de depositar no Fundo Municipal de Transportes, pois alegam que são credores da prefeitura.
“Estes empresários ganharam uma concessão pública e não dão nenhum retorno para a cidade. Deveriam, isto sim, ajudarem na manutenção do Elevador Lacerda e dos planos inclinados”, cobrou Santiago. Fonte



"A vereadora Andrea Mendonça (PV) é mais uma a levantar a voz contra a ideia da Prefeitura de Salvador de terceirizar o Elevador Lacerda, os planos inclinados e a Estação da Lapa. A edil explica que existe um fundo de transporte público (Fundetrans) que tem como finalidade manter esses equipamentos funcionando em totais condições de uso, mas, no entanto, ninguém explica para onde está indo esse dinheiro.

“Este fundo foi criado, principalmente, para gerenciar o sistema da tarifação única de Salvador e para manter em pleno funcionamento as estações (Lapa, Mussurunga, Pirajá e outras), além dos planos inclinados e Elevador Lacerda."

A edil disse que já cobrou da prefeitura e do Ministério Público explicações sobre o Fundetrans, que segue como uma grande caixa-preta da capital baiana. Andrea Mendonça ainda afirmou que um dos motivos para não concordar com a concessão são os exemplos que outras concessões na capital que não vingaram. “A terceirização que fizemos ao transporte de massa de Salvador, sabe-se que não funciona, porque não existe investimento na melhoria do transporte de massa”.

Contra a concessão, a edil vê com bons olhos a possibilidade de adoção, desde que a publicidade seja interna, porque, segundo ela, publicidade externa, neste caso, específico não é permitida por lei. “A concessão do Elevador Lacerda é desnecessária, é um factoide. O prefeito precisa abrir os olhos e não pensar apenas em terceirizar”. Fonte:
Rádio Metrópole.



Após o anúncio da abertura de concessão para operação e manutenção do Elevador Lacerda, aliado à promessa de que a tarifa pule de R$ 0,15 para R$ 0,50 (mais de três vezes mais caro), a população já começou a manifestar sua insatisfação. Nesta quarta-feira (14), um grupo de mais de 300 pessoas já aderiu ao protesto promovido na rede social Facebook intitulado "Não à privatização do Elevador Lacerda, Planos Inclinados e Estação da Lapa". Mas os soteropolitanos não se movimentam apenas na web e também já discutem o assunto nas ruas da cidade. O operador de telemarketing Geadson Oliveira, de 20 anos, considera um absurdo a prefeitura se isentar da responsabilidade de cuidar do Elevador Lacerda, um dos pontos mais conhecidos da capital baiana. "A prefeitura já faz tão pouco e ainda quer encarecer?", questionou Geadson, em entrevista ao Bahia Notícias. Já a atendente de lanchonete Aline Bispo, 27, critica a transferência do serviço para a iniciativa privada e critica a validade da proposta. "Daqui a pouco vão privatizar o ar e vamos ter que pagar pra respirar", previu. A dona de casa Iara Cristina, 46, é outra que se opõe à ideia da administração municipal. "Isso está errado. O Elevador vai ficar muito caro", vociferou. De acordo com o secretário municipal de transportes, José Mattos, o preço cobrado deve ser justo para cobrir os custos operacionais do serviço. A privatização também atingirá os planos inclinados Gonçalves, Liberdade-Calçada e Pilar, além das estações da Lapa e de Pirajá.









terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vendendo a cidade

Os baianos não sabem até onde vai a incompetência de João Henrique Carneiro, o pior prefeito que Salvador já teve. Cada dia este indivíduo tem uma ideia nova para ferrar com o povo. A última é de tirar o fôlego e dizer do fundo da alma um palavrão, que me desculpem os leitores, mas a vontade que dá é de dizer: Puta que pariu, ele quer privatizar o Elevador Lacerda!

Isto é inconcebível! O Elevador deveria ser gratuito, financiado pela prefeitura de Salvador, já é um absurdo cobrar R$ 0,15! Precisamos impedir esta vergonhosa pretensão deste prefeito incompetente que não sabe cuidar nem de elevador e de plano inclinado.

"O Elevador Lacerda, um dos mais famosos símbolos de Salvador vai ser privatizado, afirmou nesta terça-feira (13) o Secretário Municipal de Transportes, José Mattos. Além dele, os Planos Inclinados e a Estação da Lapa também serão privatizados. "Nós precisamos melhorar a qualidade de atendimento para que possamos fazer um preço justo para que a população tneha condições de pagar, mas ao mesmo tempo, que possa cobrir os custos operacionais para que tenhamos um equimaneto adequado", diz o secretário. A prefeitura diz que o reajuste é necessário para melhorar o serviço de transporte público, que muitas vezes provoca reclamações. O preço vai sair de R$0,15 para R$ 0,50 ainda no primeiro trimestre de 2011 quando todos os serviços devem estar privatizados. A privatização não agradou todo mundo. “É errado, porque nós pagamos por isso, e sai dos nossos impostos e nós deveríamos ter sim um transporte público de qualidade”, diz um usuário do serviço."
Fonte: G1

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Educação é a base de tudo! O Brasil está ferrado.


Oito em cada dez escolas públicas ficaram abaixo da média no último Exame Nacional do Ensino Médio (2010). É o que revelam os resultados do Enem por estabelecimento de ensino, que o Ministério da Educação divulga nesta segunda-feira. O cálculo considera escolas em que, pelo menos, 25% dos alunos participaram do exame. Entre os colégios particulares, 8% não conseguiram superar a média nacional - um décimo do índice verificado na rede pública.
A média geral dos estudantes do último ano do ensino médio foi de 553,73 pontos, numa escala até 1.000. A nota considera o desempenho tanto nas provas objetivas quanto na redação. E é ela que serve de referência para determinar quantas escolas ficaram abaixo da média nacional: nada menos do que 8.926 estabelecimentos públicos e 397 privados. Considerando apenas a nota geral nas provas objetivas - 511,21 pontos -, 80% das escolas públicas ficam abaixo da média.
A diferença entre a rede pública e a particular é um desafio para o sistema de educação brasileiro. E o Enem 2010 apresenta novos dados sobre o problema. Das 20 escolas com maiores médias, 18 são privadas e as duas públicas são vinculadas a universidades federais. Na outra ponta, todas as 20 piores são públicas, assim como as 100 unidades com notas mais baixas. Entre as mil escolas com piores médias, 995 são públicas e apenas cinco, privadas.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, lembra que outras avaliações já mostraram o abismo entre a rede pública e a particular. Para ele, é natural que existam escolas com melhor e pior desempenho, independentemente da rede à qual pertençam. O problema, observa o ministro, é mundial. No caso brasileiro, porém, o absurdo está no grau de desigualdade:
- É assim no mundo inteiro. O que chama a atenção no Brasil é que as distâncias são intoleráveis. Mais de dois terços da explicação de qualquer desempenho está fora da escola. É diferente uma escola em um bairro nobre, com um investimento anual dez vezes superior ao de uma escola pública, em área rural, que atende filhos de lavradores que não tiveram acesso à educação.
Situação diferente é a de estabelecimentos com perfis semelhantes em termos de localização, financiamento e alunado, mas rendimento escolar discrepante. Nesses casos, segundo Haddad, o gestor precisa tomar providências para melhorar a escola com fraco desempenho e replicar experiências de sucesso:
- Quando tem a mesma clientela e desempenho desigual, aí cabe ao gestor público agir.
Inep: resistência aos rankings a partir do Enem
Ao divulgar os resultados por unidade de ensino, o Ministério da Educação separou as escolas em quatro grupos, conforme o índice de participação dos alunos no Enem. O objetivo foi evitar que "amostras viciadas" beneficiassem determinadas escolas. Em tese, isso pode ocorrer nos estabelecimentos onde apenas uma minoria, formada pelos melhores alunos, faça o teste.
O grupo 1 reúne estabelecimentos em que 75% ou mais dos estudantes fizeram as provas; no 2 estão os que ficaram na faixa de 50% a 75%; no 3, os de 25% a 50%; e no 4, de 2% a 25%. Escolas com índice de participação inferior a 2% ficaram sem nota, assim como aquelas em que menos de dez estudantes se submeteram ao exame. O ranking publicado pelo GLOBO a partir dos dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) só não incluiu escolas do grupo 4 por conta do baixo percentual de participação de alunos. Também foram excluídas escolas que não tiveram nota divulgada porque menos de dez alunos fizeram o Enem.
Haddad recomenda aos estudantes que vejam o percentual de participantes de cada escola ao compararem as notas. O MEC não estabeleceu critérios para definir o que deve ter mais peso, a nota ou o grau de participação. Na teoria, quanto maior o número de alunos que fizerem o exame, mais representativo o resultado.
O ministro ressalvou que o Inep tem resistências à criação de rankings. Um dos motivos é que a qualidade das escolas, segundo ele, envolve outras dimensões além do exame. Ainda mais que o Enem é um teste voluntário, de modo que a amostra de alunos nem sempre tem validade estatística para representar o universo da escola. Entre as 20 primeiras, a parcela de concluintes que fez as provas supera os 84% em 19 delas.
Em 2010, o Enem atraiu concluintes de 23.900 escolas de ensino médio regular. Excluídas as unidades com participação inferior a 25% ou menos de 10 inscritos, esse número cai para 16.226 escolas. A maioria delas - 9.323 ou 57,5% - ficou abaixo da média geral. Na ponta de cima, 6.903 escolas superaram a média. Nesse grupo, 4.713 eram particulares e 2.190, públicas. Das mil escolas com maiores médias no Enem, 912 eram privadas e 88 públicas.

domingo, 11 de setembro de 2011

Entenda porque muita gente não quer Metrô em Salvador

Do blog Ponto de Ônibus / ADAMO BAZANI – CBN


Pela falta de espaços prioritários adequados, o ônibus em São Paulo tem perdido a preferência dos passageiros que optam pelo Metrô, mais rápido e de maior capacidade em regiões onde o meio de transporte tem sido implantado.
Até mesmo os corredores de ônibus não têm conseguido segurar os passageiros no sistema. Vale ressaltar que muitos que se limitam apenas a uma faixa pintada na via ou simplesmente a uma pista em cada sentido segregada, sem permitir pontos de ultrapassagem, o que ocasiona diminuição na velocidade operacional dos ônibus e congestionamentos nas proximidades dos pontos, como ocorre com o corredor da Rebouças.
Veja a postagem completa: Blog Ponto de Ônibus

Cai logo, Negromonte - III

Mais uma deste ministro que apóia o BRT, faz de tudo para que a cidade de Salvador não tenha Metrô e que já passou da hora de cair. Vamos dar um empurrãozinho de dizer: 

Cai logo, Negromonte!

Emenda de Negromonte beneficia correligionários


Emendas ao Orçamento apresentadas pelo ministro das Cidades, Mário Negromonte, quando exercia o mandato de deputado pelo PP-BA, beneficiaram empresas de pessoas ligadas a ele, informa reportagem de Breno Costa, publicada na Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
As emendas foram destinadas a obras e evento no município de Glória (BA), administrado por Ena Vilma Negromonte, sua mulher. Com recursos do Turismo, a prefeitura contratou, por R$ 98,5 mil, cinco bandas para a festa de São Pedro, em julho.
As bandas foram agenciadas por Clécio Vieira, filiado ao PP e responsável pela área de marketing da campanha de Negromonte nas últimas eleições.
Os sites usados durante a campanha pelo hoje ministro e pelo deputado estadual Mário Negromonte Júnior, filho do ministro, estão em nome de Vieira.
Leia a reportagem completa na edição deste sábado da Folha, que já está nas bancas.


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O Ministério das Cidades comandado pelo Mário Negromonte


Jorge Jambeiro e Pregopontocom

Entre Jorge Jambeiro e Pregopontocom prefiro este último como especialista em transporte em Salvador. Veja a resposta dada à propaganda dissimulada de uma pessoa que vive defendendo os interesses dos empresários de ônibus em detrimento dos interesses da população de Salvador:


"Não sei quem aferiu essa condição de “especialista” em transportes a esse Sr. vereador que claramente não passa apenas de mais um defensor do oligopólio dos ônibus institucionalizado em Salvador.Defende o BRT cegamente por se tratar de um interesse pessoal do Prefeito da cidade, e do Setps, que enterrou o Metro,destruiu o Trem do subúrbio,deixou a cidade se transformar num verdadeiro caos urbano, beneficiando o transporte por ônibus,e agora culpa o metro de não ter ficado pronto nesses 11 anos como se não tivesse nenhuma responsabilidade sobre isso.É Vergonhoso como a causa publica é tratada em Salvador atualmente,os interesses reais da cidade e da sua população são sempre colocados a margem dos interesses de políticos que se dedicam apenas as causas pessoais e mais uma vez pretendem brincar com o dinheiro publico,inventando remendos,soluções temporárias e paliativas para a Mobilidade Urbana. O BRT é uma instituição falida e decadente,haja visto os expls. de BOGOTÁ onde o mesmo se transformou num caos SOCIAL,já saturado, odiado pela população da cidade,(Bogotá já projetou o seu Metro,)na cidade do México o BRT (Metrobus) foi chamado de desastre(a cidade já tem metro de superfície) o da Africa do Sul não resistiu a dois anos.O BRT foi criado a 40 anos atras na década de 70 para a cidade de Curitiba (também já saturado apresenta problemas de surperlotação) que atualmente tem um pouco mais de um terço da população de Salvador,também já tem o seu projeto de Metro pronto.Nenhuma cidade do mundo,que trata com seriedade o transporte publico(e foram muitas por onde transitei pesquisando e conhecendo diversos modais de transportes)usam os ônibus como matriz principal do sistema,são usados apenas como complemento do mesmo,os principais são sempre Trens,Metros, e VLTs Trolebus. Salvador não pode continuar estagnada vitima da ação de tais políticos retrógrados e obsoletos, que se preocupam unica e exclusivamente em defender os interesses comercias dos donos de ônibus,esta é a verdadeira realidade.Por que o ilustre Vereador “especialista” não cobra do Sr.Prefeito a execução da licitação publica obrigatória para o transporte publico da cidade?????? A quase 20 anos isso não é feito em Salvador..PORQUE????? e por essa razão podemos dizer que todo o transporte publico de Salvador atualmente é clandestino.Em nenhum outro local do Brasil Metros e Trens são administrados por prefeituras e sim pelos governos estaduais ou pela CBTU apenas aqui em Salvador é que existe essa aberração.Uma prefeitura falida administrada por um prefeito incompetente, acéfalo,sem base politica consolidada,que muda de partido como troca de paletó não tem condição sequer de administrar uma linha de Kombi imaginem então trens e metros.Salvador não pode ficar refém dos caprichos de um Prefeito que quer impor a qualquer custo a sua vontade na questão do transporte publico,sem ouvir a população, sobre pena de agravar mais ainda o problema da Mobilidade Urbana da cidade,que diga-se de passagem não tem nada a ver com uma copa que trara no máximo 60 mil visitantes(no carnaval recebemos mais de 600 mil) e que não usarão ônibus,e principalmente a herança desastrosa que será deixada para o futuro da cidade e as próximas gerações,que simplesmente pagarão por um erro que não cometeram.Isso é o que mais nos preocupa."


Quanto à propaganda de Jorge Jambeiro fiquei com nojo de pegá-la, mas se você quiser vê-la vá neste link.


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Mobilidade Urbana em Salvador: Estação da Lapa tem mais de 400 assaltos por mês



Mobilidade Urbana em Salvador: Estação da Lapa tem mais de 400 assaltos por mês: Prefeitura abandou a Lapa a própria sorte


Pra quem não tem apego a celular, relógio e dinheiro - Seja bem vindo!

Meu dinheiro não é capim




Cuiabá terá VLT em 18 meses

Bem que um VLTezinho no centro de Salvador na av. Sete de Setembro até a Praça da Sé cairia bem para a nossa cidade, eih!


"Com a previsão para implantação pré-operacional de 15 meses e de 18 meses para operação plena, Cuiabá terá metrô de superfície a partir de dezembro de 2013. A previsão foi feita com base em análises realizadas pela TTrans, empresa especializada em sistemas metroferroviários e bilhetagem eletrônica, sediada em São Paulo e Rio de Janeiro. Os detalhes foram apresentados na audiência pública realizada, a pedido do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP), nesta sexta-feira (02), em Cuiabá.

“Temos a obrigação de discutir o melhor meio de transporte para Cuiabá. Pois, tem que ser durável, confortável, seguro e acessível à população, independente da classe econômica dos usuários”, disse Riva. “Com certeza é possível implantar o VLT para adequar Cuiabá à Copa do Mundo”, garantiu o engenheiro especialista, Massimo Giavina-Bianchi. Para ele, os meios de transportes mudam de acordo com o crescimento da cidade. E o VLT tem capacidade para 30 mil passageiros/hora/sentido.

Nos estudos, as diretrizes para licitação do VLT prevêem contratações para execução das obras civis, via permanente, sistemas e material rodante para rede proposta para o VLT de Cuiabá, incluindo terminais e pátio. Para as concorrências nacionais, deverão ser feitas ampla divulgação, permissão de formação de consórcio, admissão de subcontratação e exigência de garantia de proposta." 



Veja mais em Agecopa2014


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Infraestrutura brasileira piora cada vez mais

Nova Iorque
Por que quando se fala em infraestrutura no Brasil refere-se geralmente às rodovias e não se fala do total descaso com os transportes sobre trilhos: Trem, Metrô, VLT, Monotrilho etc. As rodovias precisam de mais manutenção do que uma ferrovia, quem sabe aí esteja uma boa explicação. Abaixo, texto publicado no Jornal O Estado de São Paulo. 


"A qualidade da infraestrutura brasileira piorou em relação ao resto do mundo pelo segundo ano consecutivo. Desta vez, no entanto, o País despencou 20 posições no ranking global de competitividade do Fórum Econômico Mundial, de 84º para 104º lugar. Em 2010, já havia perdido três colocações por causa da lentidão do governo para tirar projetos importantes do papel. 

A tendência não é nada animadora. Na avaliação de especialistas, com a paralisia verificada em algumas áreas este ano a situação tende a piorar. É o caso da malha rodoviária. No ranking mundial, elaborado com base na opinião de cerca de 200 empresários nacionais e estrangeiros, a qualidade das estradas brasileiras caiu 13 posições e está entre as 25 piores estruturas dos 142 países analisados. 

A preocupação é que, depois dos escândalos de corrupção no Ministério dos Transportes, muitas obras estão paralisadas. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), foram suspensos 41 editais, que estão sendo liberados de acordo com a prioridade do ministério. 

O órgão destaca, entretanto, que esses processos estavam em diferentes estágios, alguns na fase anterior à abertura das propostas. Apesar disso, afirma que conseguiu executar R$ 1,2 bilhão em agosto. Mas será preciso bem mais energia para melhorar a posição no ranking mundial, avalia o consultor para logística e infraestrutura da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antonio Fayet. 

Ele destaca que já esperava essa piora do País em relação ao resto do mundo. "A economia brasileira está crescendo e a infraestrutura está estagnada, em deterioração." Um dos pontos críticos, na opinião do executivo, é o sistema portuário, que recebeu nota de 2,7 pontos (quanto mais próximo de 1, pior). Com isso, a qualidade dos portos brasileiros caiu sete posições e está entre os 13 piores sistemas avaliados pelo Fórum Econômico Mundial. Entre todas as áreas, os portos ocupam a pior posição, 130º. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo."



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O vexame dos transportes no Brasil


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Salvador sobre Trilhos

Salvador sobre Trilhos

sábado, 10 de setembro de 2011

Reforma de trens do Subúrbio é prioridade

Concordamos que a reforma dos trens do Subúrbio seja prioridade e que o término da linha 1 do Metrô esteja em harmonia com a construção da linha 2 na av. Paralela. O que não pode acontecer é que o prefeito de Salvador se aproveite da situação para fazer uma PPP com o intuito de impedir a construção do Metrô na av. Paralela. Veja matéria publicada na página Bahia Notícia: 


"A reforma geral dos trens do Subúrbio Ferroviário de Salvador, orçada em R$215 milhões, foi apontada como prioridade número dois durante reunião de autoridades baianas, em Brasília, para discutir o PAC da Mobilidade. À frente dos trens, aparece apenas a conclusão do metrô calça-curta, uma exigência da presidente Dilma Rousseff. Estimado em R$1,5 bilhão, o metrô da Paralela, que impera absoluto na pauta midiática, foi citado apenas em terceiro lugar na lista de prioridades, que inclui ainda intervenções como a construção de viadutos na capital baiana. A reforma dos trens do subúrbio, no entanto, é vista com reservas por empresários do setor, que segundo a coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde deste sábado (10), duvidam que a demanda de passageiros compense a manutenção do serviço. O governador Jaques Wagner (PT) aposta nas tarifas integradas como chave da questão e promete não abrir mão das obras, que incluirão o fechamento de ponta a ponta dos trilhos, a construção de 14 passarelas, a reestruturação das estações e a compra de novos equipamentos com ar-condicionado."


Fonte: Bahia Notícias

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O Metrô montanha russa de Salvador

Todos nós sabemos que a linha 1 do Metrô de Salvador teve mudança de seu projeto original quando alguns pilares já estavam construídos fazendo com que um sentido de descida tenha se transformado em subida sem qualquer lógica, a não ser a incompetência ou corrupção, um dos dois. Com este absurdo da construção civil, sem que ninguém responda por este crime, criou-se uma verdadeira montanha russa. Os baianos já estão treinando como andar no Metrô de Salvador, veja simulação realizada neste mês:
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O vexame dos transportes no país

Paulo Augusto Vivacqua, Carta Capital.


O Brasil é o quarto maior país em área continua do planeta: a distância entre o Rio de Janeiro e o Acre, ou entre o Rio Grande do Sul e o Ceará, equivale à de Lisboa a Moscou. São dimensões continentais que exigem grande esforço para serem vencidas e tornam nosso sistema de transportes fundamental para nossa integração e desenvolvimento.


Assim, os grandes países, como Canadá, China, Rússia, Estados Unidos, e a União Europeia, se esforçam continuamente para reduzir os custos de transporte, investindo e modernizando a infraestrutura e tornando as distâncias cada vez menos importantes na equação econômica. Porém, no Brasil, os longos trajetos são vencidos predominantemente por caminhão. Esta distorção nos impõe extraordinários prejuízos, dentre os quais uma ocupação territorial desequilibrada onde se destaca uma vasta região interior de acesso caro e difícil, pouco povoada, contrastando com uma faixa costeira abrigando quase 80% da população e da economia.

Para ilustrar a escala deste absurdo, imaginamos o Brasil possuindo um sistema de transporte semelhante ao do Canadá, com sua participação racional de rodovias, ferrovias e navegação, cada qual atuando em sua faixa própria: caminhões em distâncias curtas e médias, ferrovias e navegação nos trajetos maiores e nos troncos de grande densidade de tráfego). E calculemos os benefícios resultantes.
Um PIB a mais de benefícios
As contas foram efetuadas à luz da experiência que acumulamos no desenvolvimento dos grandes corredores ferroviários de Carajás, Norte – Sul, Ferronorte e Centroleste. Os resultados obtidos foram extraordinários: ao longo dos próximos 25 anos, o PIB brasileiro cresceria cerca de 3,8 trilhões de reais, o que equivale ao PIB atual. Ou seja, cresceríamos um PIB a mais no período considerado. Seriam arrecadados 660 bilhões de reais adicionais em impostos, economizaríamos 130 bilhões em manutenção rodoviária e 30 bilhões em acidentes. Além do fator financeiro, cerca de 360 mil mortes nas rodovias seriam evitadas.
As empresas também se beneficiariam muito. Elas fariam uma economia de por volta de 800 bilhões de reais em frete, uma fantástica quantia que seria reinvestida em suas atividades, aumentando a competitividade, reduzindo preços, ampliando mercados e aliviando pressões inflacionárias. O país deixaria de consumir cerca de 600 bilhões de reais em óleo diesel, energia equivalente a dez vezes a geração anual de Itaipu, evitando a emissão de 800 milhões de toneladas de dióxido de carbono, uma significativa contribuição à mitigação do aquecimento global.
As ligações ferroviárias e hidroviárias entre a vasta região central e a faixa litorânea do país, reduzindo os elevados fretes atuais, induziriam uma onda de desenvolvimento no interior, gerando mais de 30 milhões de empregos distribuídos por centenas de novas cidades. Tal ocorrência poderia absorver a sobrecarga dos grandes fluxos migratórios dos municípios costeiros. Por sua vez, as próprias cidades litorâneas, substituindo o caminhão pela navegação de cabotagem, estimulariam fortemente o comércio entre si, que é feito atualmente por estradas em condições precárias, sobretudo. Seriam inúmeras oportunidades de desenvolvimento, inclusive integrando os grandes centros litorâneos do País com as dos países vizinhos, desde a Patagônia até a Venezuela.
Ao contrário do que parece, para este resultado não seria necessária uma quantia muito alta de investimentos. O cálculo aponta para uma injeção entre 40 e 60 bilhões de reais, aplicados ao longo de dez anos na construção de troncos ferroviários, aquavias e portos. É uma quantia irrisória em face dos benefícios auferidos. E, como importante conseqüência do processo, planejando com inteligência e focando os interesses do País, poderíamos criar uma poderosa indústria ferroviária, portuária e de navegação próprias, como ocorre com nossa indústria aeronáutica.
A agricultura, uma das grandes vítimas do gargalo do transporte atual, seria grandemente beneficiada, como demonstrado pelos 600 milhões de reais economizados em fretes nos últimos 10 anos pelo Corredor Centroleste (entre Goiânia e Vitoria), onde 1800 quilômetros de ferrovias transportam cerca de quatro milhões de toneladas de grãos por ano, embarcando-as em navios de até 120 mil toneladas. Seria o efeito da transformação da matriz sobre o setor agrícola como um todo.
Como se vê, estamos diante de um projeto transformador do país, cuja realização depende da conscientização e do apoio do governo, da sociedade, dos usuários e dos investidores, contrapondo-se às forças que vem controlando nossa política de transportes por mais de meio século, sustentando uma idade das trevas em termos de logística. Uma era que parece não ter fim, indiferente a  ferrovias, hidrovias, navegação, eclusas, portos, estaleiros, laboratórios, centros de pesquisa e cursos de engenharia. Um período ao longo do qual órgãos públicos foram corrompidos e desestruturados, cargos técnicos ocupados por leigos ou coisa pior, portos tratados como feudos políticos, ferrovias privatizadas sem obrigação de redução de fretes, pulverização de usuários, ampliação da malha, desenvolvimento de novas regiões e eletrificação. A navegação de cabotagem permanece embrionária, e as rodovias, castigadas por excesso de trafego, pesos e manutenção precária.
Os custos do status quo são catastróficos, e seu esquema mantenedor aparenta ser indestrutível, capaz de absorver investidas periódicas e se recompor sempre. Parafraseando Cícero: quosque tandem?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Metrô de Santiago, um belo exemplo a ser seguido

O Chile é um país que caminha a largos passos para ingressar no mundo dos países desenvolvidos justamente por ter um nível educacional que se diferencia do Brasil, um país que não dá a mínima importância para a qualidade da educação. E como a educação é a base de tudo, estamos sem chão e vamos afundando em direção ao quarto mundo.

Há uns três meses o Chile está praticamente parado porque os estudantes cobram do governo educação gratuita e de qualidade. Aqui no Brasil não temos este tipo de manifestação porque não há a preocupação com a qualidade da educação e quanto à gratuidade parece haver uma satisfação como o que já existe com escolas públicas de péssima qualidade e universidades públicas frequentadas por aqueles que estudaram em escolas particulares até o segundo grau e que, em tese, não necessitariam de universidade gratuita. Para os pobres miseráveis o governo oferece financiamento (FIES) para que estes paguem por muitos e muitos anos depois de formados, claro que com cobrança de juros. Este é o nosso Brasil. Para saber mais informações sobre o que está acontecendo no Chile sugerimos visitar a página: Te están cagando (teestancagando.cl).





Mas, um país que se respeita não luta apenas por educação, conquista também transporte público de qualidade. Talvez uma coisa (transporte de qualidade) seja consequência de outra (educação de qualidade). 


O Chile possui um excelente sistema de transporte coletivo, com Metrô, um sistema de ônibus chamado Transantiago, coletivos (táxis com roteiros definidos e compartilhados para até quatro passageiros), ciclovias, e calçadas em que se podem caminhar. 


O Metrô de Santiago é muito bom. Limpo, organizado, integrado e amplo tem servido muito bem aos seus habitantes e transporta diariamente mais de dois milhões de pessoas (veja). 


Em sua página na internet (http://www.metrosantiago.cl/) possui um planejador de viagem para ajudar às pessoas para que encontrem a melhor forma de chegar ao seu destino (http://www.metrosantiago.cl/planificador).


Possui uma calculadora ambiental para demonstrar o quanto que se economiza em poluir o meio ambiente utilizando-se do Metrô (http://www.metrosantiago.cl/guia-viajero/calculadora). 


O preço é depende do momento do horário de utilização e varia de 520 pesos chilenos (R$ 1,86) até 630 pesos chilenos (R$ 2,25), mais barato que o péssimo sistema de ônibus de Salvador. Estudante paga menos da metade, paga 180 pesos o que corresponde a apenas R$ 0,64. Que inveja, eih baianos! (link)
Utilize o conversor de moedas do Banco Central (BCB).


Precisamos seguirmos os exemplos do Chile, que apesar de nunca ter ganho uma copa do mundo já possui dois prêmios Nobel de Literatura enquanto que o Brasil já tem cinco Copas do Mundo e nenhum Prêmio Nobel de Literatura. Precisamos de educação e transporte coletivo de qualidade. 


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